quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Diocese de Caruaru vai realizar o seu 1º Congresso Vocacional


A Diocese de Caruaru, vivenciando o Mês da Palavra de Deus tem a grande alegria de celebrar o Jubileu de Ouro do Seminário Nossa Senhora das Dores, a abertura do Ano da Fé e o Envio dos Ministros da Palavra. E para celebrar bem este momento, vai acontecer neste próximo final de semana em Caruaru/PE o Iº Congresso Vocacional Diocesano com o tema: Vocacionados para a Missão. A nossa paróquia terá a participação da tenda vocacional das Irmãs Sacramentinas e em todos os momentos do congresso estará participando: Vinícius Caíque(Vocacionado Capuchinho), Érik Henrique e José Gláucio. 


Veja a Programação:




Entrevista com o Núncio Apostólico - Dom Giovani D' Aniello



O Jornal Coração Eucarístico da Paróquia do Convento em parceria com a PasCom Diocesana, está dando continuidade a série de entrevistas - Igreja em diálogo e desta vez o entrevistado foi o Núncio Apostólico do Brasil, onde o mesmo ressalta as suas alegrias para com a Igreja do Brasil, fala sobre a comemoração dos 50 anos do Vaticano II e sobre as expectativas da JMJ a ser realizada no Brasil no próximo ano na cidade do Rio de Janeiro com a presença do Santo Padre.  

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Nossa Paróquia realiza mais uma caminhada bíblica

 No dia 23 de Setembro, a nossa Paróquia realizou a sua XV Caminhada Bíblica, este ano seguimos para a comunidade da Chatinha. Foi um momento de união, partilha e reflexão da Palavra de Deus, este ano meditando o tema: Discípulos e missionários a partir do Evangelho de Marcos.

A caminhada durou três horas até chegar o local desejado, onde houve a celebração da Santa Missa, presidida pelo nosso pároco - Pe.Heleno José Vieira. Logo após a Santa Missa foi oferecido a todos presentes um café da manhã.










Veja mais fotos, acesse o nosso facebook: http://www.facebook.com/media/set/?set=a.228207803972428.51748.100003496309213&type=1

domingo, 23 de setembro de 2012

XV Caminhada Bíblica


Hoje às 5h da manhã tivemos a nossa XV Caminhada Bíblica, este ano seguindo para a comunidade da Chatinha. Foi um momento de  reflexão da Palavra de Deus no meio de nós, este ano refletindo sobre o ser discípulos, à luz do evangelho de Marcos. 


Aguarde mais fotos!

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Venha participar da Caminhada Bíblica!



CAMINHA BÍBLICA - 2012

Sairemos em frente da Matriz em caminhada até a comunidade da Chatinha. Onde acontecerá a celebração da Santa Missa, presidida pelo nosso então pároco - Pe.Heleno José Vieira. Venha participar conosco deste momento de reflexão e meditação da Palavra de Deus, este ano sendo guiados a luz do Evangelho de Marcos queremos conhecer mais a palavra para melhor amar e servir indo a busca de Deus e dos irmãos sem nunca perdermos o nosso ponto de partida.
 Compre o seu boné ao preço de R$ 5,00 na secretaria paroquial ou com Mário André.

Data: 23/09/12
Hora: 5hs
Fraternalmente,
Pe.Heleno José Vieira
Por Vinícius Caíque da S. Bezerra

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Caminhada Bíblica - 2012




Sairemos em frente da Matriz em caminhada até a comunidade da Chatinha. Onde acontecerá a celebração da Santa Missa, presidida pelo nosso então pároco - Pe.Heleno José Vieira. Venha participar conosco deste momento de reflexão e meditação da Palavra de Deus, este ano sendo guiados a luz do Evangelho de Marcos queremos conhecer mais a palavra para melhor amar e servir indo a busca de Deus e dos irmãos sem nunca perdermos o nosso ponto de partida.
 Compre o seu boné ao preço de R$ 5,00 na secretaria paroquial ou com Mário André.

Data: 23/09/12
Hora: 5hs
Fraternalmente,
Pe.Heleno José Vieira
Por Vinícius Caíque da S. Bezerra

Celebração dos 15 anos das Irmãs Sacramentinas.


- Comemoração dos 15 anos das Irmãs Sacramentinas em nossa Paróquia - 
Foto oficial: Irmãs que durante estes anos marcaram presenta em nossa comunidade.




Aconteceu no dia 26 de Agosto na Igreja Matriz de Nossa Senhora do Ó, a solene celebração da Santa Missa em ação de graças pelos 15 anos das Irmãs Sacramentinas em nossa Paróquia. O evento foi prestigiado por toda a comunidade com atenção e carinho pelo belo trabalho das irmãs desempenhados durante estes 15 anos.


Por Vinícius Caíque da S. Bezerra

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Convite

A nossa Paróquia tem a honra de lhe convidar, para no dia 26 de Agosto celebrarmos juntos os 15 anos de Presença das Irmãs Sacramentinas em nossa comunidade. Sua presença é uma grande alegria para nós, você também faz parte dessa história....

Local: Igreja Matriz de Nossa Senhora do Ó -
Rua Cel. Pedro Alves, 16 - Centro / Altinho-PE
Data: 26/08/12
Hora: 19h30min


Venha participar conosco!

domingo, 12 de agosto de 2012

Feliz dia dos Pais



Quem disse
que por de trás daquela barba
que nos arranha o rosto
não tem um coração moleque
querendo brincar?

Quem disse

que por detrás daquela voz grossa
não tem um menino criativo querendo falar?

Quem foi que falou

que aquelas mãos grandes
não sabem fazer carinho se o filho chorar?

Quem foi que pensou,

que aqueles pés enormes,
não deslizam suaves na calada da noite,
para o sono do filho velar?

Quem é que achou

que no fundo do peito largo e viril
não tem um coração de pudim,
quando o filho amado,
com um sorriso largo se põe a chamar?

Quem foi que determinou

que aquele coroa,
de cabelos brancos não sabe da vida
para querer me ensinar?

Pai, você me escolheu filho, eu te fiz exemplo! Feliz dia dos pais, meu PAI.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

15 anos de Presença Sacramentina


Neste Mês Vocacional, a nossa Paróquia vai comemorar os 15 anos de Presença das Irmãs Sacramentinas em nossa comunidade..... Aguarde mais novidades!

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Agosto, mês das vocações!

Para alguns, agosto é um mês de que se cuidar, pois ele seria nefasto... Mas para os participantes assíduos da comunidade católica, agosto, além de ser um mês abençoado como todos os demais, é desde 1981 o mês vocacional.

Por que tamanha importância dada ao tema vocação? Porque a vocação é o início de tudo. Quando ouvimos ou usamos a palavra vocação, logo a entendemos num sentido bastante vago e geral, como sendo uma inclinação, um talento, uma qualidade que determina uma pessoa para uma determinada profissão, por exemplo, vocação de pedreiro, de mãe, de médico.


E nessa compreensão também a vocação de sacerdote, de esposos, de leigos cristãos. Essa compreensão, porém, não ajuda muito no bom entendimento do que seja vocação quando nós, na Igreja, usamos essa palavra.

Vocação, em sentido mais preciso, é um chamamento, uma convocação vinda direta-mente sobre mim, endereçada à minha pessoa, a partir da pessoa de Jesus Cristo, convocando-me a uma ligação toda própria e única com Ele, a segui-lo, (cf. Mc 2,14). Vocação, portanto, significa que anterior a nós há um chamado, uma escolha pessoal que vem de Jesus Cristo, a quem seguimos com total empenho, como afirma São Paulo na Carta aos Romanos: "Eu, Paulo, servo de Jesus Cristo, apóstolo por vocação, escolhido para o Evangelho de Deus." (Rom 1, 1)

Vocação é chamado e resposta. É uma semente divina ligada a um sim humano. Nem a percepção do chamado, nem a resposta a ele são tão fáceis e tão "naturais". Exigem afinação ao divino e elaboração de si mesmo, sem as quais não há vocação verdadeira e real.

Essa escolha pessoal, de amor, é concretizada de uma forma bem objetiva no Sacramento do Batismo, que por isso se torna fundamento e fonte de todas as vocações. É neste chão fértil, carregado de húmus divino, regado pelo sangue de Jesus, que brotam as vocações específicas, aquelas que cabem diferentemente a cada um. Algumas delas são mais usuais e comuns, como a de casal cristão, de leigo cristão, de catequista, de animador da caridade na comunidade.

Outras são definidas pela Igreja como vocações de "singular consagração a Deus", por serem menos usuais, mas igualmente exigentes e mais radicais no processo de seguimento de Jesus: são as vocações de sacerdote, de diácono, de religioso, de religiosa.

As vocações mais usuais são cultivadas em nossas comunidades eclesiais. As de "singular consagração a Deus" são cultivadas em comunidades eclesiais especiais, como nossos seminários.

O mês vocacional quer nos chamar à reflexão para a importância da nossa vocação, descobrindo nosso papel e nosso compromisso com a Igreja e a sociedade. Reflexão que deve nos levar à ação, vivenciando no dia-a-dia o chamado que o Pai nos faz. Que a celebração do mês vocacional nos traga as bênçãos do Pai para vivermos a nossa vocação sacerdotal, diaconal, religiosa ou leiga. Todas elas são importantes e indispensáveis. Todas elas levam à perfeição da caridade, que é a essência da vocação universal à santidade.

E no domingo de agosto, quando refletimos sobre a vocação leiga, somos convidados a homenagear nossos catequistas, aquelas pessoas que, num testemunho de fé e generosidade, dedicam-se ao sublime ministério de transmitir as verdades divinas a nossas crianças, adolescentes e jovens.


Homenagem ao Mês Vocacional

CANÇÃO DE PEDRO, clipe oficial. - Bruno Camurati
Em homenagem ao mês vocacional! =D

terça-feira, 31 de julho de 2012

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Neste próximo fim de semana a nossa Paróquia vai realizar seu 1º E.J.C

Nos próximos dias 03,04 e 05 de Agosto a nossa Paróquia vai está realizando o seu I E.J.C - Encontro de Jovens com Cristo. Rezemos por todos os jovens que sentiram o chamado do Mestre para ter um encontro pessoal com aquele que tudo pode. Para que eles saiam deste encontro fortalecidos pela graça de Deus e com forças para o trabalho Pastoral na Igreja!

domingo, 29 de julho de 2012

Vida Religiosa é simplismente fazer a vontade de Deus na vida dos irmãos, afirma Vinícius Caíque - Vocacionado Capuchinho.




Como diz Santo Agostinho: "Vocação é um arriscar-se nas mãos de Deus"... Assim é a vida Religiosa, um arriscar-se por enteiro nas mãos do Oleiro, aquele que nos quebra e nos refaz novamente para sermos cada vez mais instrumentos e portadores da sua graça para os nossos irmãos necessitados. Ter esta experiência de Vida Religiosa é sem dúvidas se gostar-se por enteiro para dar mais vida e ajuda na construção do Reino de Deus que também é nosso. É ver a face de Cristo, na face dos mais pobre, mais que isso é sentir na pele, no nosso Ser o sofrimento de nossos irmãos, foi o que Francisco de Assis fez, se tranfigurou-se na face do irmão, servindo e amando-os profundamente, assim sendo a Vida Religiosa é viver e dizer como Francisco: "E quando o Senhor me deu irmão, ninguém me falou o que eu deveria fazer. Mais o próprio altíssimo me revelou que eu deveria viver segundo o Santo Evangelho" é simplismente fazer a vontade de Deus na vida dos irmãos!!!! =D

VOCÊ JOVEM, É CONVIDADO A OLHAR COM A FACE CRISTO PARA ESTA PROPOSTA
NÃO PERCA TEMPO VENHA SER FELIZ!







sexta-feira, 27 de julho de 2012

Missa é como um poema, não suporta enfeite


Escritora brasileira, Adélia Prado defende resgate da beleza na celebração da liturgia.

Ao defender o esmero com as celebrações litúrgicas e a beleza como uma «necessidade vital» que deve permeá-las, a escritora brasileira Adélia Prado afirma que «a missa é como um poema, não suporta enfeite nenhum».
«A missa é a coisa mais absurdamente poética que existe. É o absolutamente novo sempre. É Cristo se encarnando, tendo a sua Paixão, morrendo e ressuscitando. Nós não temos de botar mais nada em cima disso, é só isso», enfatiza.
Poeta e prosadora, uma das mais renomadas escritoras brasileiras da atualidade, Adélia Prado, 71 anos, falou sobre o tema da linguagem poética e linguagem religiosa essa quinta-feira, em Aparecida (São Paulo), no contexto do evento «Vozes da Igreja», um festival musical e cultural.
Ao propor a discussão do resgate da beleza nas celebrações litúrgicas, Adélia Prado reconheceu que essa é uma preocupação que a tem ocupado «há muitos anos». «Como cristã de confissão católica, eu acredito que tenho o dever de não ignorar a questão», disse.
«Olha, gente – comentou com um tom de humor e lamento –, têm algumas celebrações que a gente sai da igreja com vontade de procurar um lugar para rezar.»
Como um primeiro ponto a ser debatido, Adélia colocou a questão do canto usado na liturgia. Especialmente o canto «que tem um novo significado quanto à participação popular», ele «muitas vezes não ajuda a rezar».
«O canto não é ungido, ele é feito, fazido, fabricado. É indispensável redescobrir o canto oração», disse, citando o padre católico Max Thurian, que, observador no Concílio Vaticano II ainda como calvinista, posteriormente converteu-se ao catolicismo e ordenou-se sacerdote.
Adélia Prado reforçou as observações, enfatizando que «o canto barulhento, com instrumentos ruidosos, os microfones altíssimos, não facilita a oração, mas impede o espaço de silêncio, de serenidade contemplativa».
Segundo a poeta, «a palavra foi inventada para ser calada. É só depois que se cala que a gente ouve. A beleza de uma celebração e de qualquer coisa, a beleza da arte, é puro silêncio e pura audição».
«Nós não encontramos mais em nossas igrejas o espaço do silêncio. Eu estou falando da minha experiência, queira Deus que não seja essa a experiência aqui», comentou.
«Parece que há um horror ao vazio. Não se pode parar um minuto». «Não há silêncio. Não havendo silêncio, não há audição. Eu não ouço a palavra, porque eu não ouço o mistério, e eu estou celebrando o mistério», disse.
De acordo com a escritora mineira (natural de Divinópolis), «muitos procedimentos nossos são uma tentativa de domesticar aquilo que é inefável, que não pode ser domesticado, que é o absolutamente outro».
«Porque a coisa é tão indizível, a magnitude é tal, que eu não tenho palavras. E não ter palavras significa o quê? Que existe algo inefável e que eu devo tratar com toda reverência.»
Adélia Prado fez então críticas a interpretações equivocadas que se fizeram do Concílio Vaticano II na questão da reforma litúrgica.
«Não é o fato de ter passado do latim para a língua vernácula, no nosso caso o português, não é isso. Mas é que nessa passagem houve um barateamento. Nós barateamos a linguagem e o culto ficou empobrecido daquilo que é a sua própria natureza, que é a beleza.»
«A liturgia celebra o quê?» – questionou –. «O mistério. E que mistério é esse? É o mistério de uma criatura que reverencia e se prostra diante do Criador. É o humano diante do divino. Não há como colocar esse procedimento num nível de coisas banais ou comuns.»
Segundo Adélia, o erro está na suposição de que, para aproximar o povo de Deus, deve-se falar a linguagem do povo.

«Mas o que é a linguagem do povo? É aí que mora o equívoco», – disse –. «Não há ninguém que se acerca com maior reverência do mistério de Deus do que o próprio povo».
«O próprio povo é aquele que mais tem reverência pelo sagrado e pelo mistério», enfatizou.
«Como é que eu posso oferecer a esse povo uma música sem unção, orações fabricadas, que a gente vê tão multiplicadas e colocadas nos bancos das igrejas, e que nada têm a ver com essa magnitude que é o homem, humano, pecador, aproximar-se do mistério.»
Segundo a escritora brasileira, barateou-se o espaço do sagrado e da liturgia «com letras feias, com músicas feias, comportamentos vulgares na igreja».

«E está tão banalizado isso tudo nas nossas igrejas que até o modo de falar de Deus a gente mudou. Fala-se o “Chefão”, “Aquele lá de cima”, o “Paizão”, o “Companheirão”.»
«Deus não é um “Companheirão”, ele não é um “Paizão”, ele não é um “Chefão”. Eu estou falando de outra coisa. Então há a necessidade de uma linguagem diferente, para que o povo de Deus possa realmente experimentar ou buscar aquilo que a Palavra está anunciando», afirmou.
Para Adélia Prado, «linguagem religiosa é linguagem da criatura reconhecendo que é criatura, que Deus não é manipulável, e que eu dependo dele para mover a minha mão».
Com esse espírito, enfatizou, «nossa Igreja pode criar naturalmente ritos e comportamentos, cantos absolutamente maravilhosos, porque verdadeiros».
Ao destacar que a missa é como um poema e que não suporta enfeites, Adélia Prado afirmou que a celebração da Eucaristia «é perfeita» na sua simplicidade.
«Nós colocamos enfeites, cartazes para todo lado, procissão disso, procissão daquilo, procissão do ofertório, procissão da Bíblia, palmas para Jesus. São coisas que vão quebrando o ritmo. E a missa tem um ritmo, é a liturgia da Palavra, as ofertas, a consagração… então ela é inteirinha.»
«A arte a gente não entende. Fé a gente não entende. É algo dirigido à terceira margem da alma, ao sentimento, à sensibilidade. Não precisa inventar nada, nada, nada», disse Adélia.

E encerrou declamando um poema seu, cujo um fragmento diz:
Ninguém vê o cordeiro degolado na mesa,
o sangue sobre as toalhas,
seu lancinante grito,
ninguém”.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Para Pensar....


Protagonismo jovem é tema central de documento da CNBB e Dom Dino destaca os Documentos da Igreja na formação dos Jovens!



O bispo de Caruaru (PE), Dom Bernardino Marchió, destacou a importância dos documentos da Igreja Católica para a formação dos jovens
A Igreja vem voltando seus olhares para a juventude e as contribuições que ela pode oferecer para novos caminhos evangelizadores. Nessa realidade, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lançou, em 2007, o documento 85 'Evangelização da juventude: desafios e perspectivas pastorais'. Tais orientações são uma referência para todos que trabalham na Igreja com a evangelização dos jovens.

O documento foi preparado num período em que se pensava pedir ao Vaticano que a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) fosse no Brasil. Ainda em 2007, durante a visita do Papa Bento XVI ao Brasil, o documento estava pronto e foi apresentado ao Pontífice juntamente com a solicitação para o país sediar a JMJ.

As orientações vieram em um momento de necessidade para a evangelização da juventude, segundo o que informou o membro da Comissão Episcopal Pastoral para Juventude da CNBB, Dom Bernardino Marchió, bispo de Caruaru (PE).

“Evangelizar a juventude é fundamental para nossa Igreja. Então o documento não é só dirigido aos jovens, mas a toda a Igreja no Brasil, aos bispos, a todas as dioceses para que todos levem a sério a evangelização da juventude”, disse.

Desafios

O bispo reconheceu que a realidade atual em que os jovens se inserem é uma questão complexa. Ele comentou que a juventude, em geral, sonha com a beleza de Deus, com um mundo de paz e fraternidade, mas, muitas vezes, o mundo oferece elementos contrários a esse caminho. Mesmo com as adversidades, Dom Bernardino acredita em uma solução poderosa para vencer esse desafio de evangelizar os jovens no mundo atual.

“A nossa Igreja, há dois mil anos, tem esse tesouro que é Jesus Cristo então o que nós devemos fazer é apresentá-Lo de uma maneira atraente, mostrar que Ele não vai contra às aspirações dos jovens, ao contrário, Jesus Cristo atende a todas as necessidades que os jovens têm de vida, de liberdade, de amor, de solidariedade”, ressaltou.

Dom Bernardino lembrou ainda a importância dos documentos da Igreja Católica, que constituem uma riqueza. “Nós devemos aproveitar este documento [85] e outros que nós temos, como as últimas Diretrizes para Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil, ou os documentos do Papa que falam sobre a Palavra de Deus. Nós podemos e devemos aproveitar toda essa riqueza da Igreja para formar os jovens. Jovens formados, depois se tornam missionários, se tornam evangelizadores, eles mesmos vão levando essa verdade para todos”.

Liderança jovem e JMJ

Se existem dificuldades na evangelização da juventude, também já existem bons frutos. A Igreja conta hoje com diversos movimentos liderados por jovens, como Juventude Palotina, Ministério Jovem da Renovação Carismática Católica (RCC) e Emaús.

Dom Bernardino contou que fica cada vez mais admirado ao contemplar a riqueza desses grupos, movimentos e novas comunidades.  “Estou descobrindo tantos valores em alguns jovens aqui da minha diocese de Caruaru. Muitas vezes nós não sabemos incentivar tudo isso. Às vezes temos dificuldades, desconfianças, mas é muito bom ver toda essa riqueza”.

Retomando o documento para a evangelização da juventude, o bispo de Caruaru lembrou que ele abre o olhar da Igreja não só para os grupos já tradicionais das pastorais, mas também para descobrir esse protagonismo jovem. “Nós vamos valorizar sempre mais estas novas realidades e vamos agradecer ao Espírito Santo porque está despertando isso e a Igreja se abre para isso”, enfatizou.

Tendo em vista essa participação ativa dos jovens, o bispo disse que a JMJ é um evento para despertar a atenção sobre o mundo juvenil. “É um grande momento de graça para poder rever as nossas atitudes de adultos e olhar para a juventude com amor e carinho. Não devemos julgar os jovens, porque muitas vezes eles são vítimas também da sociedade em que vivem, mas devemos mostrar que seguir Jesus Cristo não só é bonito, mas é gratificante para toda a nossa vida”, finalizou. 
 
Fonte: Canção Nova.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

CNBB quer falar de aborto na campanha eleitoral

As greves se alastrando no serviço público, sem perspectivas de solução, indicadores negativos em todas as áreas da economia, atentados terroristas com muitas mortes lá fora, as novidades não são nada animadoras nesta manhã de quinta-feira. Fica cada vez mais difícil garimpar notícias boas como pede a minha colega Andrea Beron, na bancada do Jornal da Record News.
Mesmo com o recesso do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal, com Brasília vivendo uma trégua política, a campanha eleitoral não consegue chamar a atenção e ocupar espaços no noticiário, pelo menos em São Paulo.
O clima está ficando cada vez mais esquisito. No momento em que se anuncia a criação da 30ª sigla, um tal de PEN (Partido Ecológico Nacional), o esculacho do sistema partidário brasileiro chega ao fundo do poço, o que pode explicar o desinteresse do eleitor e o surgimento em cena de outros atores para preencher o vazio. Pois a principal novidade do dia é esta.
Para esquentar o debate, agora entra em campo outra sigla, a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), entidade máxima da igreja católica no país, que anuncia quais são seus temas prioritários para as eleições de 2012.
Por acaso são saúde, educação, segurança, moradia, temas recorrentes que a instituição levanta todos os anos nas suas "Campanhas da Fraternidade", e que deveriam ser as principais preocupações dos candidatos em todas as cidades brasileiras? Nada disso.
Em entrevista ao repórter Fernando Rodrigues, da "Folha", o secretário-geral da CNBB, Leonardo Steiner, abriu o jogo.
leonardo steiner1 CNBB quer falar de aborto na campanha eleitoral
Bispo Leonardo Steiner, secretário-geral da CNBB
Além de defender o óbvio voto em candidato ficha limpa e o combate à corrupção, o bispo quer discutir a liberalização do aborto e o casamento entre pessoas do mesmo sexo, como se estes temas fossem da alçada de prefeitos e vereadores.
Por coincidência _ ou não _ foram estas as bandeiras levantadas pelo tucano José Serra na última campanha presidencial, em 2010, para atacar a sua então adversária Dilma Rousseff, hoje presidente da República.
Novamente candidato municipal, pela quarta ou quinta vez, Serra anda sumido e ainda não apresentou ao eleitorado alguma ideia nova sobre o que pretende fazer para melhorar a vida dos paulistanos, caso seja eleito.
As bandeiras levantadas pelo secretário-geral da CNBB podem servir para alguns candidatos chamarem a atenção da freguesia, mas certamente não contribuem para melhorar o clima político no país.
Partido é partido, governo é governo, igreja é igreja, judiciário é judiciário, imprensa é imprensa _ assim como antigamente se dizia que polícia é polícia e bandido é bandido.
Quando estas instituições começam a misturar estações e invadir a área das outras, embola o meio de campo e fica ainda mais difícil o eleitor definir quem é quem nesta suruba pouco republicana do mercado eleitoral.
Desse jeito fica difícil atender ao pedido da nossa Andrea Beron. Quem sabe, até o telejornal entrar no ar, ás nove da noite, surja alguma notícia boa para a gente mudar o disco. Se os caros leitores do Balaio puderem me ajudar, eu agradeço muito.
Alguém por aí tem alguma notícia boa para me dar, nem que seja sem muita importância para os destinos nacionais?
Em tempo, às 12h30:
Acabei de encontrar uma notícia boa _  não só boa, como ótima. "Aumento do salário e programa de distribuição de renda fazem pobreza cair 36% no Brasil, diz OIT". Está na manchete do portal UOL, que informa:
"Estudo divulgado nesta quinta-feira (19) pela OIT (Orgsanização Internacional do Trabalho) com diversos indicadores socioeconômicos compilados mostra que, entre 2003 e 2009, a pobreza no Brasil caiu 36,5%, o que significa que 27,9 milhões de pessoas sairam da condição nesse periodo. Segundo a OIT, são consideradas pobres aquelas pessoas cuja renda fica abaixo de meio salário mínimo mensal per capita".
Aguarda-se a manifestação da CNBB sobre o assunto.

Quem encontrou um amigo...


...encontrou um tesouro!
 
A amizade é um caminho de conhecimento e um compromisso de cuidado e crescimento mútuo. O amigo cuida, provê, divide, protege, quer ser corrigido e corrige, não se envergonha das atitudes dos amigos, chora com o fracasso dele e se alegra com seu sucesso.

O amigo deve ser procurado, cultivado e valorizado. É como um tesouro, pois raramente acontece do nada. Você precisa estar atento para a possibilidade de conhecer um novo amigo. É importante abrir-se para fazer novos amigos, procurar novos amigos, aprender o que é importante em uma amizade.

Como agir com os amigos e o que esperar deles? Como já foi dito anteriormente, a amizade é um caminho de conhecimento. Portanto, temos de procurá-lo.

Às vezes, nos deparamos com um baú sujo, feio, quebrado, antiquado... Precisamos nos aproximar dele, correr o risco de fazê-lo, limpá-lo, arrumá-lo, apreciá-lo como uma antiguidade que é. Quando conseguirmos abri-lo, poderemos encontrar ouro ou moedas antigas, assim como ossos, documentos, entre outros. E se for algo que eu desconheça o valor e não me proponha a pesquisar, estarei correndo o risco de desprezar o baú até mesmo antes de abri-lo. Quantas pessoas já passaram em sua vida que você nem se deu ao trabalho de parar, pensar e dar passos em direção a um novo relacionamento?

Se eu perceber que dentro do "baú" há "moedas correntes" ou "ouro", que são valores já conhecidos, também vou precisar planejar a minha relação com o "novo tesouro". O mesmo acontece com as pessoas que surgem em nossas vidas. A nossa vida vai mudar, precisamos nos abrir para as mudanças, pois quando nos deparamos com o outro, precisamos verificar a melhor forma de conviver com as riquezas que ele tem para compartilhar conosco. A riqueza do ser diferente, do saber coisas que não sabemos, a atitude do outro que sabe pedir ajuda, que sabe estar atento à necessidade dos que estão com ele.

Pensando novamente na "moeda corrente" é como quando alguém que ganha muito dinheiro e agora precisa mudar o seu padrão de vida, os seus hábitos, a liberdade de ir e vir, sem segurança ou sem dar satisfação ele pode acabar, pois agora é rico(a). Da mesma forma, quando temos um amigo, muitas vezes, temos de redefinir nossos conceitos de liberdade, partilha, tempo, retribuição, investimento.

Alguém que encontra um amigo e tem medo de ver o novo é semelhante a um homem que encontra um baú com um tesouro dentro e temendo as mudanças que surgirão por causa deste, abandona o baú e as riquezas. Outros têm tanto medo de ser roubados, que não contam a ninguém do seu tesouro e ficam vivendo escondidos e com receio das pessoas. Qualquer um que se aproxima, ele já acha que é para aproveitar-se e pensa: 'será que ele descobriu que agora sou rico?' Muitos chefes se sentem assim, com medo do contato, da intimidade e amizade. Acreditam logo que o “novo amigo” vai pedir aumento ou promoção. Mas é mais triste ainda pensar que esposos, pais, filhos também perdem tantas oportunidades de ter grandes amigos ao seu lado.

Quando duas pessoas se encontram e começam a conviver, inicia-se um processo de transformação, o comportamento de um irá influenciar na vida do outro. O contato permite o questionamento do outro e principalmente o questionamento pessoal. Só com o olhar – primeiro em nós mesmos – é que poderemos ver o outro de forma transparente. Quando somos amigos, incentivamos e valorizamos o contato de nossos amigos com outras pessoas, mesmo que estas não venham a ser nossas amigas.

Quando nos abrimos ao amor, corremos riscos. E o risco faz parte e vale a pena, pois cada um que passa ao nosso lado sempre nos ensina direta ou indiretamente alguma coisa. Pense nisso. O que e como você tem investido na amizade? Como você se relaciona com seus amigos? O que aprendeu com eles?

O que já aprendeu com aqueles que o magoaram, feriram e se distanciaram de você? Ser amigo é um processo de constante aprendizagem. Ter amigos é conseqüência desse processo.

"Um amigo fiel é uma poderosa proteção: quem o achou, descobriu um tesouro. Nada é comparável a um amigo fiel, o ouro e a prata não merecem ser postos em paralelo com a sinceridade de sua fé.
Um amigo fiel é um remédio de vida e imortalidade; quem teme ao Senhor, achará esse amigo. Quem teme ao Senhor terá também uma excelente amizade, pois seu amigo lhe será semelhante." (Eclesiástico 6:14-17)

Cláudia May Philippi
 
FELIZ DIA DO AMIGO!

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Bote FÉ na Vida da Diocese de Caruaru

Para os jovens que gostam de esporte esse será um dia perfeito.
Caminhada pela Vida no dia 22 de julho, às 7h da Praça do Rosário até a FAFICA.
E em seguida uma programação imperdível.

Partilha de uma nutricionista e de um Educador(a) Físico, sobre a importância da alimentação e do esporte.

E durante toda manhã jogos de futebol de campo, vôlei, handebol e futebol de areia, natação e hidroginástica.

Não fique de fora. Convide os amigos.

OBS.: Para participar dos jogos tem que fazer o credenciamento na Praça do Rosário no dia do evento, a partir das 7h. Não paga nada.

Dia de Nossa Senhora do Carmo

Ao olharmos para a história da Igreja encontramos uma linda página marcada pelos homens de Deus, mas também pela dor, fervor e amor à Virgem Mãe de Deus: é a história da Ordem dos Carmelitas, da qual testemunha o cardeal Piazza: "O Carmo existe para Maria e Maria é tudo para o Carmelo, na sua origem e na sua história, na sua vida de lutas e de triunfos, na sua vida interior e espiritual". 

Carmelo (em hebraico, "carmo" significa vinha; e "elo" significa senhor; portanto, "Vinha do Senhor"): este nome nos aponta para a famosa montanha que fica na Palestina, donde o profeta Elias e o sucessor Elizeu fizeram história com Deus e com Nossa Senhora, que foi pré-figurada pelo primeiro numa pequena nuvem (cf. I Rs 18,20-45). Estes profetas foram "participantes" da Obra Carmelita, que só vingou devido à intervenção de Maria, pois a parte dos monges do Carmelo que sobreviveram (século XII) da perseguição dos muçulmanos, chegaram fugidos na Europa e elegeram São Simão Stock como seu superior geral; este, por sua vez, estava no dia 16 de julho intercedendo com o Terço, quando Nossa Senhora apareceu com um escapulário na mão e disse-lhe: "Recebe, meu filho, este escapulário da tua Ordem, que será o penhor do privilégio que eu alcancei para ti e para todos os filhos do Carmo. Todo o que morrer com este escapulário será preservado do fogo eterno". 

Vários Papas promoveram o uso do escapulário e Pio XII chegou a escrever: "Devemos colocar em primeiro lugar a devoção do escapulário de Nossa Senhora do Carmo - e ainda - escapulário não é 'carta-branca' para pecar; é uma 'lembrança' para viver de maneira cristã, e assim, alcançar a graça duma boa morte". Neste dia de Nossa Senhora do Carmo, não há como não falar da história dos Carmelitas e do escapulário, pois onde estão os filhos aí está a amorosa Mãe. 


Nossa Senhora do Carmo, rogai por nós!