terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Família, Juventude, Diálogo e as Redes Sociais

 Os pais, entretanto, são muito mais do que os mestres, pois são os que cooperam com Deus para que se transmita o dom da vida dos filhos e para que estes sejam educados para a vida na sua integridade e totalidade.
A educação privada na família pode ter um horário e uma qualidade bem superior à das melhores escolas públicas e privadas, e por isso, faço um retorno ao grande escritor inglês há pouco mencionado. Chesterton, na mesma obra literária sobre o amor afirmava o seguinte:
Todo o mundo sabe que os mestres têm uma tarefa cansativa e frequentemente heróica, mas não é injusto recordar que nesse sentido têm uma tarefa excepcionalmente feliz.
O cínico diria que o mestre tem a sua felicidade em não ver os resultados do seu próprio ensinamento.
Prefiro limitar-me a dizer que ele não tem a preocupação acrescentada (à sua tarefa) de ter que estima-lo desde o extremo oposto. O mestre raramente está presente quando o estudante morre… raras vezes encontra-se quando a ‘cortina cai’”.
Os pais, porém, têm o grave e grato dever de educar os filhos, sobretudo no período da adolescência e da juventude, para que cheguem a este momento da ‘queda da cortina da vida’ como pessoas maduras, íntegras, humanamente completas, e não só profissional, científica, cultural e socialmente formados.
Conhecemos cada vez com mais detalhes, inclusive dolorosos, a enorme influência que a tecnologia dos instrumentos de comunicação social (televisão, internet, videogames, celular, orkut, facebook, twiter, revistas eletrônicas, you tube, etc.) exerce sobre o tempo e a mente dos pais e dos filhos.
→     Ainda que os números variam segundo os países e o consumo da televisão vem diminuindo em benefício da internet e outros meios que compõem as redes sociais, vale a pena mencionar que, por exemplo, a juventude européia vê 25 horas de televisão por semana e que nos Estados Unidos esse tempo é medido por dia (8 horas diárias de televisão são consumidas por crianças e adolescentes entre os 8 e 17 anos).
→     O crescimento exponencial do uso da internet é notória enquanto que em 2000, 37% dos jovens italianos tinham acesso a esse meio tecnológico, em 2008, na faixa etária 12 a 14 anos, esse índice atingiu o nível de 95%.
O que se percebe no nosso mundo midiático é o império da Comunicação estendendo-se com mais rapidez e profundidade que os antigos impérios do Ocidente e do Oriente. O espantoso de toda essa expansão das redes sociais, benéfica com certeza desde um ponto de vista informativo, é que tanto a família quanto os poderes públicos têm uma preocupação bem menor com essa “dieta midiática escolhida pela juventude” em relação aos problemas de saúde causados pela alimentação atual (vide, por exemplo, a questão da obesidade, da bebida e dos transgênicos).
Na família cabe aos pais o controle dessa “dieta” para que os filhos(as) não estejam com um ‘balanço nutritivo deficiente’ por não saberem usar convenientemente esses meios tecnológicos proporcionados pelo progresso e facilitados pela economia de mercado.
Permitem-me ler o texto que reflete perfeitamente esse “balanço nutritivo deficiente” que deve ser bem controlado dentro de uma família que é realmente educadora e evangelizadora.
Estava baixando do iTunes o trecho de um filme para vê-lo no meu Ipod vídeo enquanto falava com meu primo na Escócia via Skype. Entretanto transmitia por bluetooh um documento worddesde meu celular para a impressora e me questionava por que ainda não tenho o navegador via satélite Tom Tom no meu GPS Treo, fundamental para andar pela cidade na minha moto Vespa. Depois disso li no meu Zagot os editoriais do Washington Post e informei-me rapidamente que filmes passavam nos cinemas do meu bairro e não me interessei por nenhum deles nessa tarde. De repente, sempre na Internet, chega-me uma notícia de agência que diz: ‘primeira mensagem natalina do Papa: homem tecnológico sofre risco de atrofia espiritual’.”
O caráter irônico desse texto refere-se:
1.     Balanço imediato →  cada novo meio de comunicação introduz certamente nas famílias um crédito científico-cultural, mas traz com ele, simultaneamente, um débito humano incrível.
Exemplo:
- desestruturação da família;
- diminuição do pensamento verbal e lógico em “benefício” do pensamento visual e virtual;
- crescimento verificado de dois distúrbios que se refletem no lar e nas escolas → DDA (Desordem de Déficit de Atenção) e DHA (Desordem de Hiperatividade).
- uma ‘paz familiar’ artificial, uma vez que cada membro da família está ‘plugado’ num aparelho eletrônico e não mais discutem… mas também não mais dialogam, não mais se conhecem na intimidade, o mergulho no mundo virtual e alheio aos outros cria um estilo de vida e de pensamentos que acaba modificando os critérios de valorização e, o que é mais grave, gera conteúdos mentais e emocionais que contradizem a natureza e o papel da família natural.
2.     Papa Bento XVI – Mensagem à XLI Jornada Mundial da Comunicações Sociais – 2007.
A educação para os meios deve ser positiva. Colocando as crianças (jovens) diante do que éexcelente, estética e eticamente, se lhes ajuda a desenvolver a própria opinião, a prudência e acapacidade de discernimento… A beleza, espelho do divino, inspira e vivifica os corações e as mentes dos jovens, enquanto que a feiúra e a vulgaridade têm um impacto deprimente nas atitudes e comportamentos”.
Uma das belezas existentes na família é a formosura das conversas – verdadeiros diálogos –, que não consiste só em instruções, tampouco só regras de vida. Creio que na nossa atualidade cultural e científica, influenciada em demasia pela comunicação de massas deveria emergir na família e desde a família um conteúdo mais precioso do diálogo humano, que consistiria em algo que ainda se pode dizer e não mais em algo que se deve informar ou em algo que só se deve visitar ou mostrar ou até vender.
Explico-me melhor → os pais, os avós, os adultos em geral devem preencher suas conversas, seus diálogos, com temas simples, sugestivos e atraentes, pois a juventude – também a infância nos dias de hoje – sabe muitas coisas, conhece muitas novidades tecnológicas e culturais, sabe o que não quer mais, mas ignora profundamente algo que ainda se pode – se deve – dizer, isto é, onovo presente no cotidiano da sua vida juvenil.
A igreja católica é depositária e transmissora do Evangelho, isto é, da Boa Nova que é precisamente a profunda comunhão de vida e de amor que Deus estabeleceu com todos os homens e mulheres através da revelação da sua Intimidade e da sua Encarnação.
Essa Revelação contínua e gradual consiste em um olhar interior que sabe distinguir muito bemaquilo que vem do alto e que está acima de tudo.
Na Igreja doméstica construída sobre o matrimônio entre um homem e uma mulher e aberta à transmissão da vida e da educação dos filhos também há uma profunda comunhão de vida e de amor querida por Deus, e chegou o momento histórico-cultural – também eclesial – da revelação,via diálogo (não via internet, nem redes sociais), daquilo que vem do alto e está acima de tudo, que é o novo diário, que é a nova pessoa que cada um é à medida que os dias, os meses, os anos de vida transcorrem.
Que conteúdo tão pobre está presente na ‘mesmice’ das informações obtidas via internet – violência, sexo, pornografia, linguagem sintetizada, zipada, comentários negativos, teses de mestrado ou doutorado copiadas, críticas e calúnias, anti-valores, etc… –; que riqueza tão grande nesses diálogos intra-familiares e inter-familiares onde os interlocutores – esposos, pais – filhos, irmãos, parentes – ‘mergulham’ no ‘twiter’ da intimidade e revelam o que está acima de tudo e vem do alto: alegrias, tristezas, ideais, vitórias, derrotas, quedas e ascensões, conquistas de valores, encontros inesquecíveis… conhecimentos essenciais…. Deus!
Dom Antonio Augusto Dias Duarte, bispo auxiliar da Arquidiocese do Rio de Janeiro


segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Confira como foi a Abertura da Festa da Padroeira

 Abertura da Festa - 09/12










25 anos de Ordenação Presbiteral do Pe. Evaraldo Fernandes


convite25anos"Ai de mim se eu não anunciar o Evangelho!" (I Cor: 9,16)
A Paróquia de Nossa Senhora do Ó, nos seus 175 anos de vida e missão neste chão, tem alegria de convidar você e sua família para participar da Concelebração solene dos 25 anos de Ordenação Presbiteral do Pe. Everaldo Fernandes da Silva, que acontecerá no dia 18 de dezembro. Sua presença é motivo de alegria e de entusiasmo para todos nós.


Missa Solene

Local: Matriz de Nossa Senhora do Ó - Altinho/PE
Horário: 10h
Fraternalmente,
Pe. Heleno José Vieira
Pároco

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Mensagem de Bento XVI para a JMJ Rio2013: “Deixem-se atrair pelo Cristo Redentor”


Foi divulgada esta sexta-feira a Mensagem Papa Bento XVI para 28ª Jornada Mundial da Juventude, que será realizada no Rio de Janeiro em julho de 2013. No texto, o Papa renova o convite aos jovens do mundo inteiro para que participem deste importante evento. “A conhecida estátua do Cristo Redentor, que se eleva sobre àquela bela cidade brasileira, será o símbolo eloquente deste convite: seus
papa-bento-xvi-4
 braços abertos são o sinal da acolhida que o Senhor reservará a todos quantos vierem até Ele, e o seu coração retrata o imenso amor que Ele tem por cada um e cada uma de vós. Deixai-vos atrair por Ele!”

Dividida em oito pontos, a Mensagem ressalta que o ano de preparação para o encontro do Rio coincide com o Ano da fé, no início do qual o Sínodo dos Bispos dedicou os seus trabalhos à «nova evangelização para a transmissão da fé cristã». “Queridos jovens, escreve o Papa, sejais envolvidos neste impulso missionário de toda a Igreja: fazer conhecer Cristo é o dom mais precioso que podeis fazer aos outros.”

Leia a íntegra da mensagem de Bento XVI:

MENSAGEM DO PAPA BENTO XVI
PARA A XXVIII JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE
NO RIO DE JANEIRO, EM JULHO DE 2013

«Ide e fazei discípulos entre as nações!» (cf. Mt 28,19)

Queridos jovens,

Desejo fazer chegar a todos vós minha saudação cheia de alegria e afeto. Tenho a certeza que muitos de vós regressastes a casa da Jornada Mundial da Juventude em Madrid mais «enraizados e edificados em Cristo, firmes na fé» (cf. Col 2,7). Este ano, inspirados pelo tema: «Alegrai-vos sempre no Senhor» (Fil 4,4) celebramos a alegria de ser cristãos nas várias Dioceses. E agora estamo-nos preparando para a próxima Jornada Mundial, que será celebrada no Rio de Janeiro, Brasil, em julho de 2013.

Desejo, em primeiro lugar, renovar a vós o convite para participardes nesse importante evento. A conhecida estátua do Cristo Redentor, que se eleva sobre àquela bela cidade brasileira, será o símbolo eloquente deste convite: seus braços abertos são o sinal da acolhida que o Senhor reservará a todos quantos vierem até Ele, e o seu coração retrata o imenso amor que Ele tem por cada um e cada uma de vós. Deixai-vos atrair por Ele! Vivei essa experiência de encontro com Cristo, junto com tantos outros jovens que se reunirão no Rio para o próximo encontro mundial! Deixai-vos amar por Ele e sereis as testemunhas de que o mundo precisa.

Convido a vos preparardes para a Jornada Mundial do Rio de Janeiro, meditando desde já sobre o tema do encontro: «Ide e fazei discípulos entre as nações» (cf. Mt 28,19). Trata-se da grande exortação missionária que Cristo deixou para toda a Igreja e que permanece atual ainda hoje, dois mil anos depois. Agora este mandato deve ressoar fortemente em vosso coração. O ano de preparação para o encontro do Rio coincide com o Ano da fé, no início do qual o Sínodo dos Bispos dedicou os seus trabalhos à «nova evangelização para a transmissão da fé cristã». Por isso me alegro que também vós, queridos jovens, sejais envolvidos neste impulso missionário de toda a Igreja: fazer conhecer Cristo é o dom mais precioso que podeis fazer aos outros.

1. Uma chamada urgente

A história mostra-nos muitos jovens que, através do dom generoso de si mesmos, contribuíram grandemente para o Reino de Deus e para o desenvolvimento deste mundo, anunciando o Evangelho. Com grande entusiasmo, levaram a Boa Nova do Amor de Deus manifestado em Cristo, com meios e possibilidades muito inferiores àqueles de que dispomos hoje em dia. Penso, por exemplo, no Beato José de Anchieta, jovem jesuíta espanhol do século XVI, que partiu em missão para o Brasil quando tinha menos de vinte anos e se tornou um grande apóstolo do Novo Mundo. Mas penso também em tantos de vós que se dedicam generosamente à missão da Igreja: disto mesmo tive um testemunho surpreendente na Jornada Mundial de Madri, em particular na reunião com os voluntários.

Hoje, não poucos jovens duvidam profundamente que a vida seja um bem, e não veem com clareza o próprio caminho. De um modo geral, diante das dificuldades do mundo contemporâneo, muitos se perguntam: E eu, que posso fazer? A luz da fé ilumina esta escuridão, nos fazendo compreender que toda existência tem um valor inestimável, porque é fruto do amor de Deus. Ele ama mesmo quem se distanciou ou esqueceu d’Ele: tem paciência e espera; mais que isso, deu o seu Filho, morto e ressuscitado, para nos libertar radicalmente do mal. E Cristo enviou os seus discípulos para levar a todos os povos este alegre anúncio de salvação e de vida nova.

A Igreja, para continuar esta missão de evangelização, conta também convosco. Queridos jovens, vós sois os primeiros missionários no meio dos jovens da vossa idade! No final do Concílio Ecumênico Vaticano II, cujo cinquentenário celebramos neste ano, o Servo de Deus Paulo VI entregou aos jovens e às jovens do mundo inteiro uma Mensagem que começava com estas palavras: «É a vós, rapazes e moças de todo o mundo, que o Concílio quer dirigir a sua última mensagem, pois sereis vós a recolher o facho das mãos dos vossos antepassados e a viver no mundo no momento das mais gigantescas transformações da sua história, sois vós quem, recolhendo o melhor do exemplo e do ensinamento dos vossos pais e mestres, ides constituir a sociedade de amanhã: salvar-vos-eis ou perecereis com ela». E concluía com um apelo: «Construí com entusiasmo um mundo melhor que o dos vossos antepassados!» (Mensagem aos jovens, 8 de dezembro de 1965).

Queridos amigos, este convite é extremamente atual. Estamos passando por um período histórico muito particular: o progresso técnico nos deu oportunidades inéditas de interação entre os homens e entre os povos, mas a globalização destas relações só será positiva e fará crescer o mundo em humanidade se estiver fundada não sobre o materialismo mas sobre o amor, a única realidade capaz de encher o coração de cada um e unir as pessoas. Deus é amor. O homem que esquece Deus fica sem esperança e se torna incapaz de amar seu semelhante. Por isso é urgente testemunhar a presença de Deus para que todos possam experimentá-la: está em jogo a salvação da humanidade, a salvação de cada um de nós. Qualquer pessoa que entenda essa necessidade, não poderá deixar de exclamar com São Paulo: «Ai de mim se eu não anunciar o Evangelho» (1 Cor 9,16).

2. Tornai-vos discípulos de Cristo

Esta chamada missionária vos é dirigida também por outro motivo: é necessário para o nosso caminho de fé pessoal. O Beato João Paulo II escrevia: «É dando a fé que ela se fortalece» (Encíclica Redemptoris missio, 2). Ao anunciar o Evangelho, vós mesmos cresceis em um enraizamento cada vez mais profundo em Cristo, vos tornais cristãos maduros. O compromisso missionário é uma dimensão essencial da fé: não se crê verdadeiramente, se não se evangeliza. E o anúncio do Evangelho não pode ser senão consequência da alegria de ter encontrado Cristo e ter descoberto n’Ele a rocha sobre a qual construir a própria existência. Comprometendo-vos no serviço aos demais e no anúncio do Evangelho, a vossa vida, muitas vezes fragmentada entre tantas atividades diversas, encontrará no Senhor a sua unidade; construir-vos-eis também a vós mesmos; crescereis e amadurecereis em humanidade.

Mas, que significa ser missionário? Significa acima de tudo ser discípulo de Cristo e ouvir sem cessar o convite a segui-Lo, o convite a fixar o olhar n’Ele: «Aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração» (Mt 11,29). O discípulo, de fato, é uma pessoa que se põe à escuta da Palavra de Jesus (cf. Lc 10,39), a quem reconhece como o Mestre que nos amou até o dom de sua vida. Trata-se, portanto, de cada um de vós deixar-se plasmar diariamente pela Palavra de Deus: ela vos transformará em amigos do Senhor Jesus, capazes de fazer outros jovens entrar nesta mesma amizade com Ele.

Aconselho-vos a guardar na memória os dons recebidos de Deus, para poder transmiti-los ao vosso redor. Aprendei a reler a vossa história pessoal, tomai consciência também do maravilhoso legado recebido das gerações que vos precederam: tantos cristãos nos transmitiram a fé com coragem, enfrentando obstáculos e incompreensões. Não o esqueçamos jamais! Fazemos parte de uma longa cadeia de homens e mulheres que nos transmitiram a verdade da fé e contam conosco para que outros a recebam. Ser missionário pressupõe o conhecimento deste patrimônio recebido que é a fé da Igreja: é necessário conhecer aquilo em que se crê, para podê-lo anunciar. Como escrevi na introdução do YouCat, o Catecismo para jovens que vos entreguei no Encontro Mundial de Madri, «tendes de conhecer a vossa fé como um especialista em informática domina o sistema operacional de um computador. Tendes de compreendê-la como um bom músico entende uma partitura. Sim, tendes de estar enraizados na fé ainda mais profundamente que a geração dos vossos pais, para enfrentar os desafios e as tentações deste tempo com força e determinação» (Prefácio).

3. Ide!
Jesus enviou os seus discípulos em missão com este mandato: «Ide pelo mundo inteiro e anunciai o Evangelho a toda criatura! Quem crer e for batizado será salvo» (Mc 16,15-16). Evangelizar significa levar aos outros a Boa Nova da salvação, e esta Boa Nova é uma pessoa: Jesus Cristo. Quando O encontro, quando descubro até que ponto sou amado por Deus e salvo por Ele, nasce em mim não apenas o desejo, mas a necessidade de fazê-lo conhecido pelos demais. No início do Evangelho de João, vemos como André, depois de ter encontrado Jesus, se apressa em conduzir a Ele seu irmão Simão (cf. 1,40-42). A evangelização sempre parte do encontro com o Senhor Jesus: quem se aproximou d’Ele e experimentou o seu amor, quer logo partilhar a beleza desse encontro e a alegria que nasce dessa amizade. Quanto mais conhecemos a Cristo, tanto mais queremos anunciá-lo. Quanto mais falamos com Ele, tanto mais queremos falar d’Ele. Quanto mais somos conquistados por Ele, tanto mais desejamos levar outras pessoas para Ele.

Pelo Batismo, que nos gera para a vida nova, o Espírito Santo vem habitar em nós e inflama a nossa mente e o nosso coração: é Ele que nos guia para conhecer a Deus e entrar em uma amizade sempre mais profunda com Cristo. É o Espírito que nos impulsiona a fazer o bem, servindo os outros com o dom de nós mesmos. Depois, através do sacramento da Confirmação, somos fortalecidos pelos seus dons, para testemunhar de modo sempre mais maduro o Evangelho. Assim, o Espírito de amor é a alma da missão: Ele nos impele a sair de nós mesmos para «ir» e evangelizar. Queridos jovens, deixai-vos conduzir pela força do amor de Deus, deixai que este amor vença a tendência de fechar-se no próprio mundo, nos próprios problemas, nos próprios hábitos; tende a coragem de «sair» de vós mesmos para «ir» ao encontro dos outros e guiá-los ao encontro de Deus.

4. Alcançai todos os povos

Cristo ressuscitado enviou os seus discípulos para dar testemunho de sua presença salvífica a todos os povos, porque Deus, no seu amor superabundante, quer que todos sejam salvos e ninguém se perca. Com o sacrifício de amor na Cruz, Jesus abriu o caminho para que todo homem e toda mulher possa conhecer a Deus e entrar em comunhão de amor com Ele. E constituiu uma comunidade de discípulos para levar o anúncio salvífico do Evangelho até os confins da terra, a fim de alcançar os homens e as mulheres de todos os lugares e de todos os tempos. Façamos nosso esse desejo de Deus!

Queridos amigos, estendei o olhar e vede ao vosso redor: tantos jovens perderam o sentido da sua existência. Ide! Cristo precisa de também de vós. Deixai-vos envolver pelo seu amor, sede instrumentos desse amor imenso, para que alcance a todos, especialmente aos «afastados». Alguns encontram-se geograficamente distantes, enquanto outros estão longe porque a sua cultura não dá espaço para Deus; alguns ainda não acolheram o Evangelho pessoalmente, enquanto outros, apesar de o terem recebido, vivem como se Deus não existisse. A todos abramos a porta do nosso coração; procuremos entrar em diálogo com simplicidade e respeito: este diálogo, se vivido com uma amizade verdadeira, dará seus frutos. Os «povos», aos quais somos enviados, não são apenas os outros Países do mundo, mas também os diversos âmbitos de vida: as famílias, os bairros, os ambientes de estudo ou de trabalho, os grupos de amigos e os locais de lazer. O jubiloso anúncio do Evangelho se destina a todos os âmbitos da nossa vida, sem exceção.

Gostaria de destacar dois campos, nos quais deve fazer-se ainda mais solícito o vosso empenho missionário. O primeiro é o das comunicações sociais, em particular o mundo da internet. Como tive já oportunidade de dizer-vos, queridos jovens, «senti-vos comprometidos a introduzir na cultura deste novo ambiente comunicador e informativo os valores sobre os quais assenta a vossa vida! [...] A vós, jovens, que vos encontrais quase espontaneamente em sintonia com estes novos meios de comunicação, compete de modo particular a tarefa da evangelização deste “continente digital”» (Mensagem para o XLIII Dia Mundial das Comunicações Sociais, 24 de maio de 2009). Aprendei, portanto, a usar com sabedoria este meio, levando em conta também os perigos que ele traz consigo, particularmente o risco da dependência, de confundir o mundo real com o virtual, de substituir o encontro e o diálogo direto com as pessoas por contatos na rede.

O segundo campo é o da mobilidade. Hoje são sempre mais numerosos os jovens que viajam, seja por motivos de estudo ou de trabalho, seja por diversão. Mas penso também em todos os movimentos migratórios, que levam milhões de pessoas, frequentemente jovens, a se transferir e mudar de Região ou País, por razões econômicas ou sociais. Também estes fenômenos podem se tornar ocasiões providenciais para a difusão do Evangelho. Queridos jovens, não tenhais medo de testemunhar a vossa fé também nesses contextos: para aqueles com quem vos deparareis, é um dom precioso a comunicação da alegria do encontro com Cristo.

5. Fazei discípulos!
Penso que já várias vezes experimentastes a dificuldade de envolver os jovens da vossa idade na experiência da fé. Frequentemente tereis constatado que em muitos deles, especialmente em certas fases do caminho da vida, existe o desejo de conhecer a Cristo e viver os valores do Evangelho, mas tal desejo é acompanhado pela sensação de ser inadequados e incapazes. Que fazer? Em primeiro lugar, a vossa solicitude e a simplicidade do vosso testemunho serão um canal através do qual Deus poderá tocar seu coração. O anúncio de Cristo não passa somente através das palavras, mas deve envolver toda a vida e traduzir-se em gestos de amor. A ação de evangelizar nasce do amor que Cristo infundiu em nós; por isso, o nosso amor deve conformar-se sempre mais ao d’Ele. Como o bom Samaritano, devemos manter-nos solidários com quem encontramos, sabendo escutar, compreender e ajudar, para conduzir, quem procura a verdade e o sentido da vida, à casa de Deus que é a Igreja, onde há esperança e salvação (cf. Lc 10,29-37). Queridos amigos, nunca esqueçais que o primeiro ato de amor que podeis fazer ao próximo é partilhar a fonte da nossa esperança: quem não dá Deus, dá muito pouco. Aos seus apóstolos, Jesus ordena: «Fazei discípulos meus todos os povos, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, e ensinando-os a observar tudo o que vos ordenei» (Mt 28,19-20). Os meios que temos para «fazer discípulos» são principalmente o Batismo e a catequese. Isto significa que devemos conduzir as pessoas que estamos evangelizando ao encontro com Cristo vivo, particularmente na sua Palavra e nos Sacramentos: assim poderão crer n’Ele, conhecerão a Deus e viverão da sua graça. Gostaria que cada um de vós se perguntasse: Alguma vez tive a coragem de propor o Batismo a jovens que ainda não o receberam? Convidei alguém a seguir um caminho de descoberta da fé cristã? Queridos amigos, não tenhais medo de propor aos jovens da vossa idade o encontro com Cristo. Invocai o Espírito Santo: Ele vos guiará para entrardes sempre mais no conhecimento e no amor de Cristo, e vos tornará criativos na transmissão do Evangelho.

6. Firmes na fé

Diante das dificuldades na missão de evangelizar, às vezes sereis tentados a dizer como o profeta Jeremias: «Ah! Senhor Deus, eu não sei falar, sou muito novo». Mas, também a vós, Deus responde: «Não digas que és muito novo; a todos a quem eu te enviar, irás» (Jr 1,6-7). Quando vos sentirdes inadequados, incapazes e frágeis para anunciar e testemunhar a fé, não tenhais medo. A evangelização não é uma iniciativa nossa nem depende primariamente dos nossos talentos, mas é uma resposta confiante e obediente à chamada de Deus, e portanto não se baseia sobre a nossa força, mas na d’Ele. Isso mesmo experimentou o apóstolo Paulo: «Trazemos esse tesouro em vasos de barro, para que todos reconheçam que este poder extraordinário vem de Deus e não de nós» (2 Cor 4,7).

Por isso convido-vos a enraizar-vos na oração e nos sacramentos. A evangelização autêntica nasce sempre da oração e é sustentada por esta: para poder falar de Deus, devemos primeiro falar com Deus. E, na oração, confiamos ao Senhor as pessoas às quais somos enviados, suplicando-Lhe que toque o seu coração; pedimos ao Espírito Santo que nos torne seus instrumentos para a salvação dessas pessoas; pedimos a Cristo que coloque as palavras nos nossos lábios e faça de nós sinais do seu amor. E, de modo mais geral, rezamos pela missão de toda a Igreja, de acordo com a ordem explícita de Jesus: «Pedi, pois, ao dono da messe que envie trabalhadores para a sua colheita!» (Mt 9,38). Sabei encontrar na Eucaristia a fonte da vossa vida de fé e do vosso testemunho cristão, participando com fidelidade na Missa ao domingo e sempre que possível também durante a semana. Recorrei frequentemente ao sacramento da Reconciliação: é um encontro precioso com a misericórdia de Deus que nos acolhe, perdoa e renova os nossos corações na caridade. E, se ainda não o recebestes, não hesiteis em receber o sacramento da Confirmação ou Crisma preparando-vos com cuidado e solicitude. Junto com a Eucaristia, esse é o sacramento da missão, porque nos dá a força e o amor do Espírito Santo para professar sem medo a fé. Encorajo-vos ainda à prática da adoração eucarística: permanecer à escuta e em diálogo com Jesus presente no Santíssimo Sacramento, torna-se ponto de partida para um renovado impulso missionário.

Se seguirdes este caminho, o próprio Cristo vos dará a capacidade de ser plenamente fiéis à sua Palavra e de testemunhá-Lo com lealdade e coragem. Algumas vezes sereis chamados a dar provas de perseverança, particularmente quando a Palavra de Deus suscitar reservas ou oposições. Em certas regiões do mundo, alguns de vós sofrem por não poder testemunhar publicamente a fé em Cristo, por falta de liberdade religiosa. E há quem já tenha pagado com a vida o preço da própria pertença à Igreja. Encorajo-vos a permanecer firmes na fé, certos de que Cristo está ao vosso lado em todas as provas. Ele vos repete: «Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo tipo de mal contra vós, por causa de mim. Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus» (Mt 5,11-12).

7. Com toda a Igreja

Queridos jovens, para permanecer firmes na confissão da fé cristã nos vários lugares onde sois enviados, precisais da Igreja. Ninguém pode ser testemunha do Evangelho sozinho. Jesus enviou em missão os seus discípulos juntos: o mandato «fazei discípulos» é formulado no plural. Assim, é sempre como membros da comunidade cristã que prestamos o nosso testemunho, e a nossa missão torna-se fecunda pela comunhão que vivemos na Igreja: seremos reconhecidos como discípulos de Cristo pela unidade e o amor que tivermos uns com os outros (cf. Jo 13,35). Agradeço ao Senhor pela preciosa obra de evangelização que realizam as nossas comunidades cristãs, as nossas paróquias, os nossos movimentos eclesiais. Os frutos desta evangelização pertencem a toda a Igreja: «um é o que semeia e outro o que colhe», dizia Jesus (Jo 4,37).

A propósito, não posso deixar de dar graças pelo grande dom dos missionários, que dedicam toda a sua vida ao anúncio do Evangelho até os confins da terra. Do mesmo modo bendigo o Senhor pelos sacerdotes e os consagrados, que ofertam inteiramente as suas vidas para que Jesus Cristo seja anunciado e amado. Desejo aqui encorajar os jovens chamados por Deus a alguma dessas vocações, para que se comprometam com entusiasmo: «Há mais alegria em dar do que em receber!» (At 20,35). Àqueles que deixam tudo para segui-Lo, Jesus prometeu o cêntuplo e a vida eterna (cf. Mt 19,29).

Dou graças também por todos os fiéis leigos que se empenham por viver o seu dia-a-dia como missão, nos diversos lugares onde se encontram, tanto em família como no trabalho, para que Cristo seja amado e cresça o Reino de Deus. Penso particularmente em quantos atuam no campo da educação, da saúde, do mundo empresarial, da política e da economia, e em tantos outros âmbitos do apostolado dos leigos. Cristo precisa do vosso empenho e do vosso testemunho. Que nada – nem as dificuldades, nem as incompreensões – vos faça renunciar a levar o Evangelho de Cristo aos lugares onde vos encontrais: cada um de vós é precioso no grande mosaico da evangelização!

8. «Aqui estou, Senhor!»

Em suma, queridos jovens, queria vos convidar a escutar no íntimo de vós mesmos a chamada de Jesus para anunciar o seu Evangelho. Como mostra a grande estátua do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, o seu coração está aberto para amar a todos sem distinção, e seus braços estendidos para alcançar a cada um. Sede vós o coração e os braços de Jesus. Ide testemunhar o seu amor, sede os novos missionários animados pelo seu amor e acolhimento. Segui o exemplo dos grandes missionários da Igreja, como São Francisco Xavier e muitos outros.

No final da Jornada Mundial da Juventude em Madrid, dei a bênção a alguns jovens de diferentes continentes que partiam em missão. Representavam a multidão de jovens que, fazendo eco às palavras do profeta Isaías, diziam ao Senhor: «Aqui estou! Envia-me» (Is 6,8). A Igreja tem confiança em vós e vos está profundamente grata pela alegria e o dinamismo que trazeis: usai os vossos talentos generosamente ao serviço do anúncio do Evangelho. Sabemos que o Espírito Santo se dá a quantos, com humildade de coração, se tornam disponíveis para tal anúncio. E não tenhais medo! Jesus, Salvador do mundo, está conosco todos os dias, até o fim dos tempos (cf. Mt 28,20).

Dirigido aos jovens de toda a terra, este apelo assume uma importância particular para vós, queridos jovens da América Latina. De fato, na V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano, realizada em Aparecida, no ano de 2007, os bispos lançaram uma «missão continental». E os jovens, que constituem a maioria da população naquele continente, representam uma força importante e preciosa para a Igreja e para a sociedade. Por isso sede vós os primeiros missionários. Agora que a Jornada Mundial da Juventude retorna à América Latina, exorto todos os jovens do continente: transmiti aos vossos coetâneos do mundo inteiro o entusiasmo da vossa fé.

A Virgem Maria, Estrela da Nova Evangelização, também invocada sob os títulos de Nossa Senhora Aparecida e Nossa Senhora de Guadalupe, acompanhe cada um de vós em vossa missão de testemunhas do amor de Deus. A todos, com especial carinho, concedo a minha Bênção Apostólica.

Vaticano, 18 de outubro de 2012.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

NOVIÇOS 2012-2013


 








O Noviciado é uma etapa de uma iniciação mais intensa e de uma experiência mais profunda da vida evangélica franciscano-capuchinha em suas exigências fundamentais, e supõe uma opção livre e madura pela vida religiosa. A formação do noviço fundamenta-se nos valores de nossa vida consagrada, conhecidos e vividos à luz do visão lateral exemplo de Cristo, das intuições evangélicas de São Francisco e das sãs tradições da Ordem Capuchinha.



A Fraternidade do Noviciado está em Teresópolis - RJ, e acolhe os noviços durante o período de 12 meses. O ritmo do noviciado deve corresponder aos aspectos fundamentais da nossa vida religiosa, sobretudo mediante uma especial experiência de fé, de oração contemplativa, de vida fraterna, de contato com os pobres e de trabalho.


 
No dia 09 de novembro deste ano, celebrou-se em Teresópolis - RJ o rito da "Vestição, formando-se, assim a Fraterniade do Noviciado 2012-2013. O Noviciado será composto por frades e noviços da Província do Rio de Janeiro-Espírito Santo, Minas Gerais e São Paulo.
 
 











Da Província de São Paulo, compoem a fraternidade: Frei Marcelo - Ecônomo e os Noviços: Frei Jean, Frei Ângelo, Frei Valder, Frei Rogê, Frei Bernardo e Frei Afrânio. O Mestre de Noviços é Frei Edicarlos da Província do Rio de Janeiro.


Estavam presentes na celebração da Província de São Paulo Frei Airton - Provincial, Frei Edison - Vigário Provincial, e Frei Ricardo - Formador do Postulantado e Frei Marcelo.



Que Deus abençõe, conduza e ilumine nossos queridos irmãos Noviços. A exemplo de Francisco, sejam conduzidos pelo caminho da Penitência, ou seja, na busca cada vez mais profunda e intensa de Deus e de sua Santíssima vontade.


quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Pe.Luciano Monteiro é nomeado novo pároco da nossa Paróquia


Pe. Luciano Monteiro - 
Novo Pároco da nossa Paróquia, atualmente está na cidade de Bezerros na Paróquia de São Sebastião. A partir de 2013 assumirá a Paróquia da nossa cidade.

Fone: (81)9916-8653
E-mail: pe-luciano@hotmail.com 

Pronunciamento de Dom Bernardino Marchió sobre transferências e nomeações de Párocos na Diocese



Caruaru, 01 de novembro de 2012

Aos Agentes Pastorais, Paróquias e Comunidades
"O plano de Deus se realiza na fé" (1Tm 1, 4)


Caríssimos Diocesanos:
S. Gregório Magno (Papa e Doutor da Igreja 540-604) escreveu na Regra Pastoral: "Seja o Pastor discreto no silêncio, útil na fala, para não falar o que deve calar, nem calar o que deve dizer. Pois da mesma forma que uma palavra inconsiderada arrasta ao erro, o silêncio inoportuno deixa no erro aqueles a quem poderia instruir".
Alguns eventos eclesiais (50 anos do início do Concílio Vaticano II, Ano da Fé e Sínodo dos Bispos sobre a Nova Evangelização) exigem da nossa Diocese novos compromissos com o anuncio do Evangelho. Todo o Povo de Deus é chamado a participar da missão de sua Igreja, mas, por causa da Ordenação sacramental, padres e diáconos tem a maior responsabilidade na administração das Paróquias, Comunidades e outras atividades diocesanas.
As decisões que hoje são divulgadas são frutos de várias reuniões com os Conselhos que assessoram o Bispo e com Leigos e Leigas ouvidos em várias ocasiões. Sempre se corre o risco de errar porque ninguém é dono do Espírito Santo, nem o Bispo! Existe a perspectiva de alegrar alguém e decepcionar outros. No entanto a Diocese está nas mãos de Deus e quem a dirige é Jesus, o Bom Pastor. Nele nós confiamos! Na força do Espírito Santo e com a proteção da Mãe das Dores entenderemos que as mudanças fazem bem aos Padres e aos Paroquianos.
Critérios e princípios gerais que orientam as nomeações:
• A valorização das aptidões e carismas de cada padre para melhor atender as necessidades da Diocese
• Os Ministros Ordenados estão a serviço da Igreja em todas as suas dimensões e necessidades: as mudanças favorecem a exigência da Igreja de renovar as suas estruturas "passando de uma pastoral da conservação para uma ação decididamente missionária"
• O parecer maduro dos Presbíteros que fazem parte dos Conselhos e dos Leigos/as que devem participar "do discernimento, da tomada de decisões, do planejamento e da execução" (DAp n. 371) do projeto pastoral diocesano.
• As novas exigências da evangelização: pastoral urbana, mídia, novos grupos sociais, cultura, vida e família, juventude, globalização, promoção da dignidade humana etc.

Situações concretas que exigem as transferências:
• Renúncias de alguns padres aos seus respectivos cargos (Mons. Olivaldo Pereira/ Paróquia Nossa Senhora das Dores em Caruaru; Mons. Geraldo Spósito/Paróquia São José em Bezerros e Pe. Luis Amaro/Paróquia N. S. da Conceição em Riacho das Almas)
• Retorno à Diocese de Padres diocesanos que estavam em outras missões: Pe. João Paulo de Araújo Gomes (Roma), Pe. Eronildo Cruz (Roma), Pe. Roberto Ribeiro (Diocese de Floresta), Pe. José Izael Evaristo Torres (São Paulo)
• Criação da nova Paróquia de Nossa Senhora das Graças em Gravatá e da Área Pastoral de Encruzilhada de São João (Bezerros)
Nomeações para as necessidades pastorais das Paróquias:
Mons. José Heleno dos Santos, atualmente Pároco da Paróquia Senhor Bom Jesus dos Aflitos e São Miguel em Santa Cruz do Capibaribe, é nomeado Pároco da Paróquia Nossa Senhora das Dores (Catedral de Caruaru).

Pe. Joselito Gomes da Silva, atualmente Pároco de Sant´Ana em Gravatá,é nomeado Pároco da Paróquia Senhor Bom Jesus dos Aflitos e São Miguel em Santa Cruz do Capibaribe.


Pe. João Paulo de Araújo Gomes é nomeado Pároco da Paróquia de Sant´Ana em Gravatá tendo como Vigários Paroquiais e Administradores das Áreas Pastorais e da Canção Nova os Padres: Mário Alves de Torres, Edmilson José dos Santos e Belmiro Humberto dos Santos e Gilvan Ananias

Pe. Paulo Fernando Costa é nomeado 1º Pároco da nova Paróquia Nossa Senhora das Graças, em Gravatá, a ser criada no dia 25 de novembro de 2013.


Pe. Luciano Monteiro, atualmente Pároco de São Sebastião em Bezerros é nomeado Pároco de Nossa Senhora do Ó em Altinho

Pe. Luis Antônio da Silva Filho, atualmente Administrador da Paróquia São Francisco de Assis em Caruaru é nomeado Pároco de São José em Bezerros


Pe. Manoel Francisco Xavier (Pe. Bianchi), atualmente Pároco de Nossa Senhora Aparecida em Caruaru é nomeado Pároco de São Sebastião em Bezerros

Pe. Eronildo Manoel da Cruz é nomeado Pároco de São Francisco de Assis (Caruaru)


Pe. José Adeildo de Santana Oliveira é nomeado Administrador Paroquial de Nossa Senhora da Conceição em Riacho das Almas

Pe. Roberto Ribeiro da Silva (atualmente na Diocese de Floresta) é nomeado Administrador Paroquial de Nossa Senhora Aparecida em Caruaru


Mons. Geraldo Spósito de Lima: Reitor da Igreja de São Pedro em Bezerros

Pe. Luis Amaro da Silva: Vigário Paroquial de S. Antônio em Agrestina.


Pe. Heleno José Vieira: Cooperador da Área Pastoral do Alto do Moura

Pe. José Isael Evaristo Torres: Vigário Paroquial das Paróquias de Bonito residindo em Alto Bonito


Pe. José Osvaldo Cunha: Vigário Paroquial das duas Paróquias de Bezerros e Administrador da Área Pastoral de Encruzilhada de São João (Bezerros)

No mês de dezembro serão ordenados três novos sacerdotes diocesanos:

Pe. Adenilton Moisés: missionário "Fidei Donum" (dom da fé) na Diocese de Óbidos

Pe. Augusto Fagnê Araruna Paixão: Responsável Setor Diocesano da Juventude e Vigário Paroquial da Paróquia Nossa Senhora do Monte Carmelo (Caruaru)


Pe. Emanuel Rodrigues: OVS, Comissão Diocesana Vocações e Ministérios; pastoral do Seminário Diocesano. Vigário Paroquial das Paróquias São José e Nossa Senhora da Assunção (Caruaru)
Os padres aqui não elencados permanecem nos respectivos cargos. As transferências acontecerão a partir de janeiro de 2013, conforme as necessidades de cada paróquia.
Até o fim de novembro serão comunicadas outras nomeações sobretudo para as coordenações diocesanas e serviços pastorais dos padres e diáconos permanentes.
De coração agradeço a disponibilidade dos nossos padres que, colocando as suas capacidades a serviço da Igreja, se tornam um exemplo para todos os diocesanos e fazem do seu sacerdócio um sinal de entrega ao Povo de Deus.
Que Jesus, o Bom Pastor, fortaleça a todos e renove o coração de cada um!

Dom Bernardino Marchió - Bispo
 

Solenidade de todos os Santos de Deus


sexta-feira, 26 de outubro de 2012

MEMÓRIA DE FREI DAMIÃO


ANIVERSÁRIO NATALÍCIO DE FREI DAMIÃO
Tríduo celebrativo
02-05 de novembro
Convento S. Félix - Recife-PE
Missas, atendimentos às confissões, bênçãos etc.
05/11 - 17h-Missa Solene
Maiores informações: (81) 3465-8632
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VINDE TODOS!
Dia dedicado a Frei Damião, em Caruaru-PE
Convento Coração Eucarístico de Jesus
Dia 03 de novembro
19h - Missa presidida por D. Bernardino Marchió
Exposição fotográfica no salão do convento

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Igreja celebra memória litúrgica de João Paulo II



Arquivo
O Beato João Paulo II, beatificado em 1º de maio de 2011 em uma cerimônia que reuniu cerca de um milhão de pessoas na Praça São Pedro
A Igreja Católica celebra nesta segunda-feira, 22, pela segunda vez, a memória litúrgica de João Paulo II (1920-2005). O Papa polaco foi beatificado em maio de 2011 pelo seu sucessor, Papa Bento XVI, no Vaticano.

A data assinala o dia de início do pontificado de Karol Wojtyla, em 1978, pouco depois de ter sido eleito Papa.

Na habitual resenha biográfica que é apresentada no calendário dos santos e beatos, João Paulo II é lembrado pela “extraordinária solicitude apostólica, em particular para com as famílias, os jovens e os doentes, o que o levou a realizar numerosas visitas pastorais a todo o mundo”.

“Entre os muitos frutos mais significativos deixados em herança à Igreja, destaca-se o seu riquíssimo Magistério e a promulgação do Catecismo da Igreja Católica e do Código de Direito Canônico para a Igreja latina e oriental”, lê-se no documento.

Aos fiéis, é proposta ainda uma passagem da homilia de João Paulo II no início do seu pontificado, precisamente em 22 de outubro de 1978, na qual afirmou: ‘Não, não tenhais medo! Antes, procurai abrir, melhor, escancarar as portas a Cristo!’.

Karol Jozef Wojtyla, eleito Papa em 16 de outubro de 1978, nasceu em Wadowice (Polônia), em 18 de maio de 1920, e morreu no Vaticano, em 2 de abril de 2005.

Entre os seus principais documentos, estão 14 encíclicas, 15 exortações apostólicas, 11 constituições apostólicas e 45 cartas apostólicas.

O Papa polaco foi proclamado beato no dia 1º de maio do ano passado, na Praça São Pedro, no Vaticano, em uma cerimônia que contou com a participação de cerca de um milhão de pessoas, encerrando a penúltima etapa para a declaração da santidade, na Igreja Católica.

De acordo com o direito canônico, para a canonização é necessário um novo milagre atribuível à intercessão do Beato João Paulo II a partir desse dia.

Segundo o postulador da causa de canonização, padre Slawomir Oder, têm chegado a Roma testemunhos muito significativos e “pequenos milagres” que se encontram em estudo.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Começa 47ª Assembleia Pastoral Regional NE2



876543677
Teve inicio na noite de quarta-feira, 17 de setembro de 2012, no auditório do Convento de Santo Antônio, em Ipuarana, no município de Lagoa Seca, na Paraíba, a 47ª Assembleia Pastoral Regional NE2, com o tema: “Evangelização da Juventude”. A celebração de abertura, organizada pela Equipe de Liturgia da CNBB NE2, acolheu participantes em clima de fraternidade; foi presida pelo Bispo da Diocese de Afogados da Ingazeira, Dom Egídio Bisol.
Em seguida, no plenário, o bispo da Diocese de Campina Grande-PB, disse: "já estamos em clima de Jornada Mundial da Juventude". Posteriormente, o presidente do Regional Nordeste 2 e bispo de Palmares, Dom Genival Saraiva França, realizou o seguinte discurso de abertura:
Regional Nordeste 2 em Assembleia Pastoral
DSCN3277Iniciamos nossa Assembleia Pastoral em oração. Não poderia ser diferente, em se tratando de uma Assembleia de pessoas que, em sua vida e no seu trabalho de Evangelização, creem no amor de Deus Pai, no serviço de Jesus Salvador e na ação do Espírito Santificador. O Papa Bento XVI, na Carta Apostólica Porta Fidei, escreve: “Professar a fé na Trindade – Pai, Filho e Espírito Santo – equivale a crer num só Deus que é Amor (cf. 1 Jo 4, 8): o Pai, que na plenitude dos tempos enviou seu Filho para a nossa salvação; Jesus Cristo, que redimiu o mundo no mistério da sua morte e ressurreição; o Espírito Santo, que guia a Igreja através dos séculos enquanto aguarda o regresso glorioso do Senhor.” Esta 47ª Assembleia Pastoral Regional, que se dedica à “Evangelização da Juventude”, encontra na Trindade as inspirações e as luzes de que necessita para que, como os Apóstolos, possa cumprir o mandato que recebeu: “Ide, fazei discípulos meus todos os povos”. (Mt 28,19)
Esta Assembleia Pastoral, necessariamente, tem o rosto da Igreja na sua catolicidade, consequentemente, espelha sua face nacional e, obviamente, contempla sua fisionomia regional. Por sermos Igreja Católica, ela está sendo vivida em comunhão com a 13ª Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, que se realiza em Roma, no período de 07 a 28 de Outubro, sobre “A nova evangelização para a transmissão da fé cristã”. Nossa Assembleia começa e será vivida com a linguagem do “Ano da Fé”, aberto pelo Papa Bento XVI no dia 11 de outubro, que disse: “Se a Igreja hoje propõe um novo Ano da fé e a nova evangelização, não é para prestar honras a uma efeméride, mas porque é necessário, ainda mais do que há 50 anos! E a resposta que se deve dar a esta necessidade é a mesma desejada pelos Papas e Padres conciliares e que está contida nos seus documentos. Até mesmo a iniciativa de criar um Conselho Pontifício para a Promoção da Nova Evangelização – ao qual agradeço o empenho especial para o Ano da fé – enquadra-se nessa perspectiva.” Estamos em comunhão eclesial, na comemoração dos 50 anos do Concílio Vaticano II, que se prolongará até 2015. Neste contexto, se insere a comemoração dos 20 anos do Catecismo da Igreja Católica, como ensina Bento XVI: “É precisamente nesta linha que o Ano da Fé deverá exprimir um esforço generalizado em prol da redescoberta e do estudo dos conteúdos fundamentais da fé, que têm no Catecismo da Igreja Católica a sua síntese sistemática e orgânica”.
Vamos viver esta Assembleia Pastoral Regional em plena sintonia com as Diretrizes da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil, particularmente, em relação à “Evangelização da Juventude”. Embora a Jornada da Juventude seja Mundial, não há como não a vermos como especialmente nossa, porque está sendo vivenciada de uma maneira muito forte, com a presença dos seus símbolos – a Cruz e o Ícone de Nossa Senhora – em nossas Dioceses e nas várias formas de nossa participação rumo à JMJ Rio2013. São visíveis as ações da CNBB para que a JMJ seja bem vivida nas Dioceses, ao longo do ano e durante a Semana Missionária, são visíveis os esforços da Arquidiocese do Rio de Janeiro para que ela aconteça da melhor forma, no período de 23 a 28 de julho de 2013.
DSCN3292A fisionomia de nosso Regional esta identificada nesta Assembleia Pastoral: bispos, sacerdotes, religiosos, religiosas, leigos e leigas, como membros representativos da nossa vida pastoral, nos termos do Artigo 40 do Regulamento do Conselho Episcopal, e do Secretariado Regional Nordeste 2. Em razão do tema e da JMJ, por decisão do Conselho Episcopal Pastoral, fazem-se presentes jovens e sacerdotes acompanhantes da Pastoral das Juventudes de todas as nossas Dioceses. Estamos vivendo esta 47ª Assembleia Pastoral com modificações no Conselho Episcopal Regional Nordeste 2, desde a última Assembleia: transferência de Dom Adriano Ciocca Vasino para a Prelazia de São Felix do Araguaia – MT, a quem agradecemos por seu zeloso trabalho missionário entre nós; transferência de Dom Jaime Vieira Rocha, como Arcebispo de Natal, transferência de Dom José Luiz Ferreira Salles, de sua condição de Bispo Auxiliar de Fortaleza para Bispo Diocesano de Pesqueira; transferência de Dom Manoel Delson Pedreira da Cruz para a Diocese de Campina Grande, nomeação de Dom José Luiz Gomes de Vasconcelos, do Clero de Garanhuns, para Bispo Auxiliar de Fortaleza. Em razão da vacância canônica, em suas respectivas Dioceses, exercem o ofício de Administrador Diocesano o Pe. José Ronaldo, em Patos, Pe. Felix Tenero, em Floresta, e o Pe. Ivanoff da Costa Pereira, em Caicó. Esta Assembleia Regional saúda, com alegria, estes irmãos Bispos e Administradores Diocesanos por esse generoso serviço à sua Igreja Particular e ao nosso Regional. As Dioceses de Palmeira dos Índios e Palmares participam desta Assembleia em clima de Ação de Graças, pela celebração de seu Jubileu de Ouro, respectivamente, no dia 19 de agosto e 23 de setembro, enquanto a Diocese de Penedo, desde o dia 11 de outubro, vive a alegria da reabertura de sua Catedral, após seis de trabalho de restauração.
Dada a sua significação evangelizadora, nossa Assembleia Regional quer unir-se a dois eventos, no próximo dia 21. O Dia Nacional de Valorização da Família, instituído pela Lei nº 12.647, que será comemorado, anualmente, no dia 21 de outubro, em todo o território nacional. A CNBB sugere que as Dioceses “possam aproveitar este dia em favor da evangelização da família brasileira, promovendo atividades e eventos que sinalizem nossa adesão católica. Este dia pode tornar-se um precioso recurso para promover a Família como espaço privilegiado e insubstituível para que um homem e uma mulher possam, através do matrimônio, gerar e educar seus filhos. (cf. Carta às Família,10) no exercício da família cidadã.” Por sua vez, a Arquidiocese de Olinda e Recife promove, nesse dia, em Recife, a 6ª Caminhada “Eu digo Sim à Vida”, com a participação das demais Dioceses de Pernambuco. Nosso Regional vai aprimorando sua identidade pastoral, por mais uma iniciativa, a edição da Novena de Natal 2012, elaborada, pela primeira vez, por uma Equipe Regional que realizou seu trabalho com muita dedicação. Que o Natal seja vivido em nossas Dioceses com essa linguagem da comunhão pastoral.

DSCN3297Por seu trabalho na fase preparatória, esta Assembleia agradece à Coordenação da Assembleia Pastoral Regional, composta por Dom Manuel Delson Pedreira da Cruz, (Presidência do NE2) Dom Egidio Bisol, (Comissão Regional de Pastoral - Liturgia) Dom Bernardino Marchió (Comissão Regional de Pastoral - Juventude), Dom José Luiz Ferreira Salles (Comissão Regional de Pastoral – Caridade, Justiça e Paz), Dom Magnus Lopes (Comissão Regional de Pastoral – Ação Missionária e Cooperação Intereclesial), Pe. Felix Tenero (Província Eclesiástica de Olinda e Recife), Pe. Geraldo Magela Christovam (Província Eclesiástica da Paraíba), Pe Flávio Augusto Forte Melo (Província Eclesiástica de Natal) e Pe. Nivaldo Barbosa Soares (Província Eclesiástica de Maceió). Em razão do tema – “Evangelização da Juventude” – e da preparação para a JMJ tem uma participação especial na preparação e na condução desta Assembleia a Comissão Regional composta por Dom Bernardino Marchió, Pe. José Tadeu Rocha, Pe. Gimeson Eduardo da Silva, SCJ, Pe. Augusto Lívio Nogueira de Morais, Pe. Izidorio Batista de Alencar, Danielly de Barros Barbosa, Luiz Adriano, Carlos Alberto, Josenildo Vicente da Silva, Marcelo Pereira Vieira, Laércio Vieira, Carlos Henrique Correia de Araújo Andrade e Luis Carlos de Almeida Ventura. Esta Comissão e esta Assembleia Pastoral contam com a Assessoria do Pe. Everaldo Fernandes da Silva, do Mons. Virgílio Bezerra de Almeida e do Sociólogo Paulo Mansan que, conforme o cronograma das atividades já programado, de hoje até sábado, nos situam perante os cenários e desafios que compõem o universo da juventude evangelizada e a ser evangelizada. Nosso Regional espera colher os frutos deste dedicado trabalho, para que a “Evangelização da Juventude” suscite muitos discípulos missionários, muitas discípulas missionárias entre os jovens de nossas Dioceses. Protejam-nos os Patronos e Intercessores da JMJ 203 - Nossa Senhora da Conceição Aparecida, São Sebastião, Santo Antônio de Santana Galvão, Santa Teresa de Lisieux e o Beato João Paulo II.
Diante de um quadro de seca prolongada em muitos Municípios de Dioceses de nosso Regional e de outros Regionais, esta Assembleia Regional Pastoral quer manifestar sua solidariedade com sua população sofrida, sabendo, inclusive, que isso vem se manifestando através de gestos concretos, em nossas Dioceses. Mas, igualmente, apela para os Poderes Públicos no sentido de adotarem políticas públicas que respondam, substancialmente, a esse antigo e atual problema da seca no Nordeste que, como outras vezes, está afetando, visivelmente, a vida das pessoas, com a perda da produção agrícola e dos rebanhos.
A Presidência do Regional Nordeste 2 acolhe a todos, fraternalmente, desejando-lhes proveitosa participação na 47ª Assembleia Pastoral Regional.
Dom Genival Saraiva de França
Bispo de Palmares
Presidente do Regional Nordeste 2
Fonte: Assessoria de imprensa CNBB NE2